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Pesquisa

A Diretoria de Pesquisa foi criada formalmente na Assembleia de 2021, reunindo uma história de diferentes experiências investigativas compartilhadas ao longo de 15 anos.

Objetivo geral:
Promover a pesquisa em psicanálise a partir da construção de um espaço coletivo interinstitucional e intergeracional para a produção de conhecimentos por meio de processos de investigação.

Objetivos específicos:

  • Promover a análise de diversos fenômenos sociais e manifestações da cultura latino-americana, a partir da compreensão psicanalítica, em constante diálogo com outras disciplinas das ciências sociais.
  • Favorecer a construção de uma metodologia compartilhada interinstitucionalmente, de acordo com as particularidades do objeto de estudo e complementarmente com o método clínico, permitindo a inscrição em linhas de pesquisa que considerem os diferentes interesses das instituições.
  • Promover a investigação em psicanálise.

Pesquisas em andamento

Psicossomática

Tema: Indicadores de mudança subjetiva no processo de elaboração psíquica de casos clínicos com transtorno psicossomático, a partir de uma perspectiva psicanalítica.

Objetivo geral:
O estudo busca contribuir com conhecimentos sobre as intervenções que favorecem o tratamento de pacientes psicossomáticos e os indicadores de mudança subjetiva.

Coordenadora:
Lic. Elsa Hecht (AEAPG)

Cocoordenadora:
Lic. Carina Rudistein (AEAPG)

Equipe:
Roxana Boso (AEAPG)
Vanesa Bruni (AEAPG)
Verónica Luftman (AEAPG)
Alejandra Pujol (AEAPG)

Assexualidades

Tema: Assexualidades: um enigma a decifrar? Comunidades e assexualidade. Importância das comunidades virtuais.

Objetivo geral:
O tema nos interpela como psicanalistas, convidando-nos a revisar a posição da assexualidade em sua articulação com a cultura. Esperamos que nossa contribuição ajude a compreender a assexualidade dentro da dimensão do desejo, diferenciando-a do sexo e considerando o papel das comunidades virtuais na construção de subjetividades.

Coordenadora:
Lic. Marta De Giusti (AEAPG)

Cocoordenador:
Lic. Eugenio Lafon Neto (ASAPPIA)

Equipe:
Deborah Rydel (AUDEPP)
Susana Chávez (CPPL)
Miguel Maldonado (ADPP)

Adolescência e migração

Tema: Uma leitura psicanalítica atual sobre a migração adolescente através de obras literárias de María Teresa Andruetto.

Objetivo geral:
Este trabalho apresenta a construção de um olhar psicanalítico sobre o migrante adolescente, contribuindo para a redução do crescimento da violência e oferecendo uma abordagem que considere o semelhante mais valorizado e com menor estigma.

Dar conta das condições socioculturais de jovens e adolescentes na Argentina contemporânea por meio da literatura como expressão ficcional e mediadora dos processos subjetivantes.

Coordenadoras:
Fabián Actis Caporale (AEAPG)
Eli Diament (AEAPG)

Equipe:
José Cremades (AEAPG)
Susana Méndez (AEAPG)
Abel Zanatto (AEAPG)

Espaço de debate na Revista
Intercâmbio Psicanalítico

A Pesquisa Psicanalítica em Debate

A criação, em 2008, do Espaço de Investigação na FLAPPSIP teve como motor a reflexão sobre a pesquisa em psicanálise. Atualmente, convertida em Diretoria de Pesquisa, a pergunta que resultou fecunda naquele momento continua vigente: durante todos estes anos, junto com a abertura de outras temáticas investigativas, foram sendo construídos campos de experiências em torno de diferentes problemáticas clínicas, culturais, sociais e comunitárias.

O que é pesquisar e para que pesquisamos?

Partindo de nossas próprias experiências, fomos nos perguntando como investigar e sobre quais temas. Pensamos na clínica, no mal-estar na cultura e nas sucessivas temáticas que foram aparecendo em nosso trabalho cotidiano: migração, violência, relações vinculares, mudanças no exercício das sexualidades, novas formas de parentalidade e a importância que a psicanálise foi adquirindo na cultura e no campo assistencial. É evidente que a investigação se transversalizou em uma temática de distintas instituições psicanalíticas com âmbitos acadêmicos. Surge assim a ideia de que pesquisar e trabalhar o tema com diferentes investigadores ajuda a ampliar a discussão e abrir novas reflexões.

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