Sobre Nós
O que é a FLAPPSIP?
Em 21 de maio de 1998, na cidade de Montevidéu, durante a cerimônia de abertura do III Congresso da AUDEPP, o Dr. Jorge Rosa anunciou a criação da Federação Latino-Americana de Associações de Psicoterapia Psicanalítica e Psicanálise (FLAPPSIP). Nascida do diálogo, da cooperação e da determinação de instituições da Argentina, Brasil, Chile, Peru e Uruguai, a Federação constituiu-se como um espaço de integração voltado ao fortalecimento da psicanálise na América Latina.
Desde sua fundação, a FLAPPSIP vem consolidando sua presença como um lugar privilegiado de encontro entre instituições e psicanalistas latino-americanos, promovendo o intercâmbio científico, clínico e cultural e contribuindo para o desenvolvimento da psicanálise em sua pluralidade teórica e em sua responsabilidade ética diante do sujeito e da sociedade.
Nossa Federação reúne instituições comprometidas com a discussão, a produção, o intercâmbio e a difusão do pensamento psicanalítico e de suas diversas práticas, fundamentadas nas descobertas de Sigmund Freud e nos desenvolvimentos produzidos pelas diferentes correntes pós-freudianas. A integração entre as instituições associadas fortalece nossas raízes comuns, respeita a diversidade de perspectivas e projeta para o futuro uma psicanálise fiel às suas origens, orientada por sua ética e profundamente comprometida com a realidade latino-americana.
Nosso principal ponto de convergência é a própria psicanálise: sua teoria, sua clínica e o permanente diálogo entre ambas. É dessa tensão criativa que surgem novas elaborações, capazes de responder às transformações do mundo contemporâneo sem perder de vista os fundamentos que constituem o campo psicanalítico.
Outro eixo essencial de nossa Federação é a reflexão sobre a inseparável relação entre clínica e cultura. Seguindo o percurso inaugurado por Freud, compreendemos que o sofrimento psíquico não pode ser pensado dissociado das condições históricas, sociais, políticas e culturais em que o sujeito está inserido. A escuta do sintoma implica, simultaneamente, a escuta do mal-estar que atravessa a cultura.
As profundas transformações econômicas, sociais, políticas, culturais e tecnológicas das últimas décadas produziram novas formas de subjetivação e inéditas modalidades de sofrimento. Diante desses desafios, a psicanálise é permanentemente convocada a renovar seus modos de escuta, ampliar seus dispositivos clínicos e reafirmar sua capacidade de compreender as complexas configurações subjetivas do nosso tempo.
Na América Latina, marcada por profundas desigualdades, uma das expressões mais contundentes desse cenário é a exclusão social. Frente a essa realidade, interrogamo-nos continuamente: qual é o lugar da psicanálise diante daqueles que são privados do reconhecimento e da palavra? Como sustentar uma prática que permita reinscrever simbolicamente aquilo que a exclusão silencia? Como fazer existir, no espaço da cultura, as vozes daqueles cuja experiência frequentemente permanece à margem dos discursos dominantes?
Objetivos
Nossa Federação se define como una organização de instituições comprometidas com a discussão, intercâmbio, produção e difusão do pensamento psicanalítico e suas diversas práticas originadas nas descobertas de Sigmund Freud e seguidores pós-freudianos.
A FLAPPSIP foi criada com a convicção de que o intercâmbio científico e o conhecimento mútuo entre as instituições participantes, assim como entre seus membros, reverterá em benefício para todos. Constitui esta una forma de integração de seus membros latino-americanos fortalecendo as raízes comuns e projetando-se para o futuro.
Propósitos
História da FLAPPSIP
Em 21 de maio de 1998, em Montevidéu, durante o discurso de abertura do III Congresso da Audepp, o Dr. Jorge Rosa anunciou a criação da Federação Latino-Americana de Associações de Psicoterapia Psicanalítica e Psicanálise (FLAPPSIP) — resultado do diálogo e da perseverança de instituições da Argentina, do Brasil, do Chile, do Peru e do Uruguai.




